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História

Amor a primeira vista (Large)

Amor à primeira vista

Para os que duvidam de amor à primeira vista, o início da relação de Carlos Ramirez de Azevedo Silva Pala, ou Ramirez Pala, com a ginástica prova que isso pode acontecer, já que a atração pelo esporte começou desde muito cedo.

“Minha mãe disse que aos três anos de idade eu já prestava atenção em tudo que saía na televisão sobre ginástica”, explica o atleta nascido em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Daí em diante tudo aconteceu naturalmente, até o dia em que teve o primeiro contato direto com a ginástica de trampolim, esporte do qual seria 14 vezes campeão brasileiro.

Amor a primeira

Primeiros saltos e competições

A iniciação de Ramirez no esporte aconteceu em 1990, aos cinco anos de idade, na Faculdade Moacyr Bastos, em Campo Grande (RJ). O garoto cheio de energia, que também praticava judô e natação, encontrou o que seria dali em diante seu esporte preferido. “O professor Cícero foi o primeiro a ver que eu tinha potencial para continuar e evoluir, ainda nessa época”, relembra o atleta. “Fui disputando, treinando e evoluindo. Em uma das primeiras competições que disputei pra valer, me classifiquei para o Mundial no Canadá em 1996. Aí ainda fiquei um ano treinando e, quando voltei do Mundial, meu pai quis me levar para o Colégio Militar”.

Colegio Militar (Large)

Formação no Colégio Militar

O garoto chegou ao Colégio Militar e se deparou com uma oportunidade única, onde poderia ter uma grande evolução profissional e pessoal. “O Colégio Militar foi fundamental no meu período de crescimento”, afirma.

A evolução aconteceu através do contato com grandes treinadores, que continuam marcados na memória de Ramirez. “O Colégio Militar ganhava todas as competições, era uma equipe muito forte. Comecei então com o Sergio Bastos, com quem tive uma preparação muito boa. Fui sendo lapidado, aprendendo muitas coisas com estrangeiros que ele trazia para dar cursos para os atletas, onde aprendi novas técnicas e formas de treinamento”, explica.

Tatiana Figueiredo (Large)

Tatiana Figueiredo

Atualmente Ramirez é atleta do clube Tatiana Figueiredo, fundado e comandado pela ex-ginasta e atual técnica e coordenadora da Seleção Brasileira de Ginástica. Tatiana ficou marcada por ser a única representante da ginástica da América Latina nos Jogos Olímpicos de Los Angeles em 1984, além da participação em três mundiais e dois pan-americanos.

Fundado em 1985, o Núcleo Tatiana Figueiredo é um dos mais respeitados clubes de ginástica no país atualmente, reunindo desde crianças e turmas de iniciação até os principais nomes da Ginástica no Brasil, como Ramirez Pala, Rafael Andrade, Giovanna Bastos, entre outros.

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Experiência em Seleção Brasileira

Ramirez é atualmente um dos mais experientes atletas brasileiros de ginástica de trampolim. Sua primeira viagem internacional com a Seleção foi em 2002, para a etapa da Copa do Mundo dos Estados Unidos. Desde então, participou de sete campeonatos mundiais e outras diversas etapas de Copa do Mundo.

O atleta carioca também foi um dos participantes da primeira seleção concentrada, em Curitiba, em 2005. “Foi um período no qual aprendi muito. Foram recrutados os oito melhores atletas do Brasil.

 

“Ficamos lá por três anos treinando seis horas por dia, seis dias por semana”, conclui.

Além dos 14 títulos brasileiros, seus principais feitos internacionais desde então são a medalha de ouro no sincronizado e bronze por equipes no Pan-Americano da Colômbia em 2013, além do sexto lugar na etapa do Japão da Copa do Mundo e do 27º lugar individual no Campeonato Mundial de 2007.

O atleta também acumula outros resultados significativos: foi quinto lugar no Pan do Rio em 2007 e de Guadalajara em 2011, ganhou a prata por equipes no campeonato Pan-Americano da Argentina em 2008, foi bronze individual e por equipes nos Estados Unidos em 2010 e alcançou o quinto lugar no sincronizado na Copa do Mundo disputada em Portugal em 2013.

2016 (Large)

Planos para 2016

O principal objetivo de Ramirez Pala é representar o Brasil nos Jogos Olímpicos que serão realizados em sua “casa”, no Rio de Janeiro, em 2016. “Meu objetivo até 2016 é formar uma equipe para me ajudar. Técnicos, preparador físico, massagista, tudo para fazer um trabalho bacana para me classificar e disputar a Olimpíada do Rio”.

A disputa não será fácil: apenas uma das modalidades (individual) participa dos jogos Olímpicos, desde Sidney, em 2000. Além disso, um único atleta brasileiro deve participar do evento, escolhido através dos rankings brasileiro e mundial. “Depois do campeonato mundial, no fim de 2015, devemos começar a saber quem vai para os Jogos Olímpicos”, conclui. Até lá, Ramirez não irá descansar nem desistir até ver seu nome garantido para representar o Brasil no maior evento esportivo do planeta.

CURRÍCULO E CONQUISTAS

Carlos Ramirez Pala começou a competir aos 05 anos de idade e desde então vem acumulando títulos ao seu currículo. Ele tem participado das maiores competições de Ginastica de Trampolim, destaques para os Campeonatos Brasileiros Elite e por Idade, etapas da Copa do Mundo da modalidade, 7 participações em Mundiais, no Pan-Americano de Guadalajara em 2011 e as Olimpíadas de Pequim em 2008 foi primeiro reserva.

Com os resultados nas competições, Ramirez foi eleito em 2012 o melhor atleta de Ginastica de Trampolim no Prêmio Brasil Olímpico. O atleta acumula aproximadamente cerca de 200 medalhas conquistas durante sua história de competições.

 

Confira as maiores conquistas de Ramirez Pala:

Campeão Brasileiro Adulto – 2006,2007,2008,2010,2011,2012,2013

Campeão Brasileiro Elite – 2007,2008,2009,2010,2011,2012,2013

27º no Mundial de Ginástica de Trampolim – 2007

2º lugar por equipe e 7º individual no Pan-Americano de trampolim Argentina – 2008

16º lugar – Primeiro Reserva dos Jogos Olímpicos de Pequim – 2008

5º lugar Pan-Americano Mexico Guadalajara – 2011

5º lugar Pan-Americano Rio – 2007

3º lugar por equipe e individual Pan-Americano de trampolim USA – 2010

6º Lugar na Etapa da Copa do Mundo do Japão – 2010

5º lugar Copa do Mundo – Loule’ Cup Portugal – 2013

3º lugar por Equipe Sul-Americano Colombia 2013

1º lugar Sincronizado Sul-Americano Colômbia – 2013

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A GINÁSTICA DE TRAMPOLIM

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Ainda na idade média já se ouvia falar de acrobatas e trapezistas que usavam tabuas flexíveis e o impulso de redes de segurança para realizar novos saltos. Mas foi em 1936 que Geroge Nissen introduziu uma nova modalidade aos esportes, a Ginastica de Trampolim.

Não demorou muito e novo esporte começou a ganhar fama pelo mundo. Dois eventos ajudaram muito nessa divulgação: o Campeonato Americano de Trampolim em 1948 e o Pan-Americano da Cidade do México em 1955, onde houve a disputa da modalidade. Nos anos de 1964 e 1965, quando foi criada a Federação Internacional de Trampolim, aconteceram as primeiras competições

mundiais em Londres, com uma média de 54 países participantes e realização a cada dois anos. O professor José Martins de Oliveira Filho foi o responsável pela introdução do trampolim no Brasil, em 1975. Em 1990, na Alemanha, foi o ano da primeira participação brasileira nos mundiais da categoria e desde então o país tem participado e melhorado sua participação na competição.

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Como Funciona a Ginástica de Trampolim:

A ginastica de Trampolim é disputada em quatro provas diferentes. São elas:

- Trampolim Individual: Os movimentos são realizados em um aparelho conhecido como cama elástica que mede 5m x 3m x 1,15m. Primeiro o atleta realiza saltos para ganhar altura, cerca de 5 a 6 metros. Após o aquecimento realiza uma sequencia de 20 elementos divididos em duas séries de 10. Chegando a final da competição o ginasta executa mais uma serie de 10 elementos podendo ser igual a primeira.

- Trampolim Sincronizado: As regras do trampolim sincronizado são as mesmas do individual. A única diferença é que no sincronizado dois atletas realizam os saltos em trampolins paralelos em uma distância de dois metros.

- Duplo – Mini: Após uma corrida, o ginasta se aproxima e salta no aparelho, que  executando quatro passadas com dois elementos técnicos diferentes, sendo duas passadas na preliminar e duas passadas na final. Todas as passadas devem ser diferentes.

- Tumbling: Nessa prova o ginasta executa em uma pista de 26m

quatro passadas realizando oito elementos técnicos em cada passada. Nas competições as passadas são divididas em duas preliminares com quatro elementos e duas finais também com quatro elementos.

Na ginástica de trampolim os ginastas ganham e perdem pontos de acordo com a avaliação dos juízes nos critérios de execução técnica e dificuldade dos elementos. Apenas na prova sincronizado também é avaliado o sincronismo com os atletas.

 

Esporte Olímpico

O sonho de se tornar esporte olímpico começou um 1988, quando o Comitê Olímpico Internacional (COI) reconheceu a Federação Internacional de Trampolim (ITF, em inglês). Outra vitória que ajudou a modalidade a se tornar olímpica foi a entrada do trampolim como parte da Federação Internacional de Ginastica (FIG), que passou a ser chamada oficialmente de Ginástica de Trampolim.

Com isso, em 1997 o COI anunciou a Ginástica de Trampolim como modalidade olímpica e, no ano 2000, em Sidney (Austrália), houve a primeira competição da modalidade nos jogos. Nas olimpíadas é disputada a prova individual masculina e feminina.

O Brasil tem uma vaga garantida na modalidade para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Será a primeira vez que o país terá representantes nas provas.

Confira abaixo dois vídeos explicativos sobre a Ginástica de Trampolim:

 

 

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